sexta-feira, 30 de abril de 2010


Sem muitos planos, vamos a aderiva
Não me deixe navegar sozinha, esse barco fica tão grande sem você. Eu não preciso de uma tripulação não, só preciso da sua companhia. Junto a tranqüilidade do mar podemos navegar, admirar as onda, os cardumes que vão passando... Podemos encontra um lugar só nosso, vamos encontra um lugar para fazer nossa própria história.
Não te prometo um final feliz, mais sim te fazer feliz cada minuto de nossas vidas!
No barco do amor
Um casal se ama loucamente
Entre lençóis de seda
Perfumes(dos corpos)
E velas acesas.

Bom fim de semana!

quinta-feira, 29 de abril de 2010



Quando sentires a saudade retroar
Fecha os teus olhos e verás o meu sorriso.
E ternamente te direi a sussurrar:
O nosso amor a cada instante está mais vivo!
Quem sabe ainda vibrará em teus ouvidos
Uma voz macia a recitar muitos poemas...
E a te expressar que este amor em nós ungindo
Suportará toda distância sem problemas...
Quiçá, teus lábios sentirão um beijo leve
Como uma pluma a flutuar por sobre a neve,
Como uma gota de orvalho indo ao chão.
Lembrar-te-ás toda ternura que expressamos,
Sempre que juntos, a emoção que partilhamos...
Nem a distância apaga a chama da paixão.

(Guimarães Rosa)


Toy e Silo, dois pingüins nativos da Antártida, se encontraram, em 1998, num tanque do zoológico Central Park, em Nova York. Tão logo se viram, começaram a se exibir um para o outro. Primeiro se empoleiraram numas pedras, de onde mergulhavam na água. Depois se aproximaram, enroscaram os pescoços, emitiram grunhidos e acasalaram. Por fim, construíram um ninho e, juntos, esperaram pelo ovo que nunca viria: afinal, ambos são machos.

O zelador do zoológico, Robert Gramzay, assistiu a tudo com curiosidade. E resolveu ajudar a dupla, roubando um ovo de um verdadeiro casal de pingüins heterossexual, que não estava conseguindo chocá-lo. Gramzay o colocou no ninho de Toy e Silo, que se alternaram na tarefa de aquecer a futura cria debaixo de seus ventres gordos, até que depois de 34 dias, o filhote rompeu a casca e enxergou pela primeira vez o mundo. Era uma fêmea cinza e penugenta, que recebeu aconchego e alimento com a mesma dedicação observada em duplas formadas por machos e fêmeas.

Os pesquisadores estão descobrindo que este tipo de casal, constituído por indivíduos do mesmo sexo, é surpreendentemente comum no reino animal. Roy e Silo pertencem a uma das cerca de 1.500 espécies de animais já observadas, em que há evidências de homossexualidade, seja no ambiente selvagem, seja em cativeiro. Alguns estudos indicam ainda que essas relações podem acontecer tanto entre machos, como entre fêmeas, jovens e idosos, espécies de hábitos solitários ou sociais, e em todos os níveis da escala evolutiva animal: de insetos a mamíferos.

Mas, ao contrário do que fazemos em relação às pessoas, não podemos dizer com certeza que esses bichos são gays, pois um animal que participa de uma prática homossexual não necessariamente evita relações heterossexuais. Tudo indica, aliás, que relações entre indivíduos do mesmo sexo sejam algo esperado na vida em sociedade de várias espécies, embora não haja sujeitos estritamente gays. Muitos deles poderiam ser classificados, portanto, como bissexuais. “Para os animais não existe identidade sexual. Eles só se importam com o sexo”, diz o sociólogo Eric Anderson da Universidade de Bath, Reino Unido.

O estudo das relações homossexuais em diversas espécies pode elucidar as origens evolutivas desse comportamento. Pesquisadores estão revelando, por exemplo, que os indivíduos podem se unir a outros do mesmo sexo para dissipar tensões sociais, proteger seus filhotes, manter a fertilidade quando parceiros do sexo oposto são escassos – ou simplesmente porque é divertido. Essas observações sugerem, para alguns, que a bissexualidade é natural entre animais e, possivelmente também para o Homo sapiens. “As categorias gay e heterossexual são construídas social e culturalmente pelos seres humanos”.

Obs: Um post especial Pinguim (L)

terça-feira, 27 de abril de 2010



Entra ! Que por uma louca razão
deixei a porta aberta.
Entra sem falar nada, só entra.
Vem! Te convido a entrar na minha boca,
a beijar meus seios, a tocar o meu corpo.
Tua mão, minha mão, descobre onde pode,
onde vibra, onde excita, onde arde.
Sopra! Levanta os meus cabelos,
sente o meu cheiro, morde o meu pescoço.
Tua pele, minha pele, o atrito, o lugar mais extremo,
energético, magnética atração.
Fala tudo que eu quero ouvir.
Constrói encontros.
Descobre a talhos e marca.
Marca com força, marca suave,
Marca gemendo.
E quando for embora, não esquece.
Eu estou em você e você entrou em mim.
By :Renata Arruda

segunda-feira, 26 de abril de 2010




Ai, quem me dera
Vinícius de Moraes

Ai quem me dera, terminasse a espera
E retornasse o canto simples e sem fim...
E ouvindo o canto se chorasse tanto
Que do mundo o pranto se estancasse enfim

Ai quem me dera percorrer estrelas
Ter nascido anjo e ver brotar a flor
Ai quem me dera uma manhã feliz
Ai quem me dera uma estação de amor

Ah! Se as pessoas se tornassem boas
E cantassem loas e tivessem paz
E pelas ruas se abraçassem nuas
E duas a duas fossem ser casais

Ai quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afins
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim

Ai quem me dera ouvir o nunca mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E finda a espera ouvir na primavera
Alguem chamar por mim...

sexta-feira, 23 de abril de 2010


Sentir- se livre
A como é bom se sentir livre, livre como um pássaro, livre para voar, sentir o vendo batendo em seu rosto, sentir a brisa fria, sentir que você pode ir mais fundo, que nada vai te impedir de voltar. Tudo seria tão bom se tivéssemos asas se fossemos como pássaros, poderíamos voar quilômetros de distancia, poderíamos chegar a qualquer lugar em pouco tempo, mais a finalidade maior seria ser livre. Mas nunca seria assim, todo pássaro cansa um dia de voar sozinho, ele vai cansar de ficar sempre voando e voando por ai sem ter seu próprio ninho, sem ter sua companheira, sem seus filhotes. Assim vejo que nunca ficamos só por muito tempo, nunca queremos ficar só por muito tempo, sempre queremos uma companhia até mesmo quando queremos ficar só, e quando isso acontece é porque estamos com alguém em nosso pensamento, que não queremos compartilhar com os outros e sim ficar só pra si próprio, e é assim a vida sem muitas explicações, sem ter muito o que entender.
Acho que só precisamos deixa fluir, sem buscar tantas complicações!
Ainda sim se eu fosse um pássaro não queria voar tão longe, nem muito menos sozinha, iria pra perto buscar minha companheira. Iria buscá-la para uma tarde linda, junto com um pôr-do-sol exuberante, e entre beijos e caricias iria demonstrando o quanto a quero, o quanto ela é importante pra mim, e que não iria tão longe por alguém que não fosse tão importante.
Não me sinto livre, pois estou presa a ela, mais não presa de uma forma negativa não, mas de uma forma a qual eu me permiti ser algemada, me entreguei antes mesmo que ela desce voz de prisão, nem ao menos deixei que ela lesse os meus direitos, só confiei e deixei que me levasse com ela. Agora sei como é estar presa a alguém, como ter todos os pensamentos voltados para uma só pessoa, como é viver com a esperança de que todos os sonhos foram feitos para ser realizados.
Não sou um pássaro mais me dou por satisfeita, pois não troco a estar presa a você pela liberdade. Já nem sei saciar a liberdade pra mim ela não tem gosto nem cor!

quinta-feira, 22 de abril de 2010



Lá fora a vida vai passando
Tédio
Sabe esses dias em que nada tem significado, que nada faz sentido que tudo se torna um nada? Pois então hoje é um desses dias.
As horas não dizem nada, nem sinto vontade de tirar o pijama nem mesmo vontade tenho de levantar da cama.
Um dia, a monotonia tomou conta de mim. É o tédio, cortando os meus programas, esperando meu fim.
Sentada no meu quarto, o tempo voa “lá fora a vida passa”, e eu aqui a toa. Eu já tentei de tudo, mas não tem remédio pra livrar-me deste tédio.
Vejo um programa que não me satisfaz
Leio um jornal que é do mês passado, pois pra mim tanto faz
Já tive esse problema, sei o tédio é sempre assim.

Biquíni Cavadão - " Cidades em Torrentes "- 1986

Tédio, não tenho um programa
Tédio, esse é o meu drama
O que corrói é o tédio
Um dia, eu fico sério
Me atiro deste prédio

sexta-feira, 9 de abril de 2010



Em uma noite tão linda e serena...O que mais podemos esperar dela? Aserenidade de amar!

quarta-feira, 7 de abril de 2010


As correntes foram quebradas por você

Chame todos hoje é um dia o qual quero comemorar de cabeça erguida, pois
estou me libertando sem força muito para não soa como um desapego, estou indo devagar digo que quase sem muitos progressos. Mas antes que seja tarde demais estou caminhando, aprendendo novos passos, conhecendo novos limites em mim, os quais eram desconhecidos até dias atrás.
Me liberto de ti não por meios convencionais, e sim por um método meu “mantendo você em mim, sem causar tantos danos”.
Talvez isso até seja digno de um brinde, então um brinde a minha libertação.
Te deixo assim como me deixaste, mas com a certeza que daqui pra frente tudo vai ser diferente.
Só pra te lembra “te mantendo em mim”.

segunda-feira, 5 de abril de 2010


Caos
O caos instala-se, quando sentimos que tudo acaba, e temos uma enorme sensação de vazio, e de perda completa de esperança. Muitos vezes sentimos o vazio apenas porque um telemóvel não toca, ou porque uma certeza que tínhamos anteriormente deixou de o ser.

Li este pedacinho no Se eu blogo logo existo.. e tive de guardá-lo aqui, no meu cantinho, em rascunho. Não porque pensasse utilizá-lo, apenas porque me fazem sentido. E agora reli-as e continuam a fazer-me sentido. Vivi esse caos demasiadas vezes, demasiadas mágoas, demasiadas lágrimas, um vazio enorme cheio de tudo, cheio de mãos cheias de recordações e momentos e sensações e sentimentos, um saber-me só, um não sentir-me nada, não me sentir, ser invisível. E sentir-me assim apenas porque um telemóvel não toca (tão violenta esta imagem).
[E quando estivemos agora sem nos falarmos, quando agora estive sem ti, sem nós, doía-me a tua ausência, doía-me a tua presença em tanto de mim, ainda. E senti o vazio do telemóvel não tocar. Mas senti ainda mais quando tocou. Quando li o teu nome. Quando li as tuas palavras. E não saber interpretá-las. E não querer interpretá-las. Com medo. Que fosse bom. Que fosse mau.]

sábado, 3 de abril de 2010


Uma noite de verão qualquer

Por onde anda minha sanidade? Já na nem sei onde .Me encontro em um estágio avançado da loucura. Já não me importo com tantas coisas ta tudo tão fútil, tudo tão sem moldura. É como se me encontrasse em uma fotografia em preto e branco, e a única cor diferente é o vermelho, um vermelho vivo. Isso pulsa forte em mim, isso sempre tem reações quando ouço seu nome, ou quando tenho a ousadia de pronunciá-lo... E isso é mais forte que eu!
Me encontro em uma noite qualquer, em uma data a qual não tem tanto significado ... Só estou aqui sentada admirando o céu, vendo minhas unhas coloridas, tentando pensar como será meus dias daqui pra frente e olhando as pessoas sem significados passarem. E sinceramente não vejo cor alguma nessa noite sem você.
Sabe o que seria bom? Uma boa dose de Tequila, um cigarro e você pra complementar, você seria meu Limãozinho para mais uma dose de Tequila. Mais não me importo se não tiver nada disso pra mim só em ter você me bastaria.
Sei que vou perder o chão, pois minha loucura já não tenho controle sobre ela. De uma coisa estou certa “ que por mais força eu tenha não consigo desligar de ti” a loucura de te amar não permite.